Ele trabalhava, se esforçava e, mesmo assim, sentia que a vida passava enquanto ele ficava no mesmo lugar. Até que um mestre lhe entregou uma missão e três palavras que o levaram da China ao topo do Tibete. Se você também se sente preso no mesmo lugar, esta jornada foi escrita para você.
Você se encanta com paisagens, costumes, povos distintos e os laços que se formam pelo caminho — e quer viver essa travessia da China ao Tibete página após página.
Você absorve mais de uma boa narrativa do que de dez listas de dicas prontas ou de livros de autoajuda e desenvolvimento pessoal.
Você quer respostas de verdade para seus anseios, mesmo que elas comecem contrariando o que você acredita.
Você trabalha, se esforça, mas a sensação de estar preso no lugar não passa.
Final do século XIX, interior da China. Um jovem camponês trabalha de sol a sol nos arrozais da família e sente, a cada ano, seus sonhos ficarem mais distantes. Cansado de esperar por uma vida diferente, ele sobe o sagrado Monte Emei em busca de um mestre capaz de lhe dar respostas.
Em vez de respostas, recebe uma missão quase impossível: levar uma pequena caixa de madeira, a Caixa de Jades, até o cume do Monte Kailash, no Tibete. Não pode abri-la, perdê-la, vendê-la nem permitir que a tomem dele. E, antes de partir, ouve do mestre três palavras que desafiam tudo o que ele acreditava saber:
Assim começa uma travessia de milhares de quilômetros pela China, Nepal, Índia e Tibete. Ao lado de Arnakabe, uma mula leal e teimosa, o aprendiz enfrentará lobos, tempestades, fome, a tentação do ouro e, acima de tudo, a própria sombra. Pelo caminho, encontrará monges, anciãos, mercadores, nômades e Xiaodan, uma jovem ruiva que muda o rumo do seu coração.
A cada etapa, ele descobre um dos Oito Caminhos Nobres da Travessia do Dragão, uma filosofia milenar que transforma quem ousa percorrê-la. Mas só no topo do mundo compreenderá o verdadeiro significado daquelas três palavras.
Mate Seus Sonhos é um livro para ler e reler ao longo da vida. A cada nova leitura, a história revela novos significados, desperta reflexões diferentes e oferece ensinamentos que fazem sentido para o momento que você está vivendo.
Em meio a uma envolvente aventura pela China, Índia, Nepal e Tibete, o livro apresenta diversos ensinamentos sobre:
Mate Seus Sonhos é uma daquelas obras que, mesmo depois da última página, continua acompanhando o leitor por muitos anos.
Não é sobre desistir. É exatamente o contrário.
“Sonhos são névoa; objetivos são montanhas. O sonho repousa; o objetivo caminha.”
O mestre ao aprendiz, na primeira noite no Monte EmeiQuem vive apenas de sonhos fica parado, esperando. Quem aprende a transformá-los em caminho começa a andar.
Mas entender isso é uma coisa. Viver isso — atravessando rios, montanhas, fome, frio e a própria sombra — é outra. É essa travessia que o aprendiz vai fazer. E que você vai fazer com ele.
O significado completo dessas três palavras só se revela no topo do Monte Kailash.
Aqui não há fórmulas nem listas de dicas. Há uma jornada, com perdas, encontros e escolhas, e tudo o que ela desperta em quem a acompanha.
Rios, fogo, fome e frio. O aprendiz erra, perde, recomeça e segue em frente. Você sente cada passo junto com ele.
No ponto mais alto da jornada, ele precisa escolher entre o abismo e a luz. Uma das passagens mais intensas do livro, que acompanha o leitor muito depois da última página.
Mestres, monges, templos sagrados e os Oito Caminhos Nobres fazem parte do caminho. A espiritualidade não vem em forma de sermão: é vivida pelo personagem, passo a passo.
Xiaodan, a nômade da gaita. Arnakabe, a mula companheira de estrada. Monges, mercadores e anciãos. Cada encontro deixa uma marca no aprendiz, e em quem lê.
Comecei achando que era só mais um livro de aventura, mas em cada parada da jornada eu me via refletido no aprendiz. Terminei a leitura enxergando meus próprios sonhos de um jeito completamente diferente.
A frase "mate seus sonhos" me incomodou tanto que eu não consegui parar de ler até entender o porquê. Um livro que ensina sem parecer que está ensinando — a narrativa carrega a lição inteira.
Mate Seus Sonhos não é uma história de desenvolvimento pessoal. É uma história profunda, que ensina, diverte e inspira ao mesmo tempo. A jornada pela China, Índia, Nepal e Tibete me prendeu do início ao fim, e Arnakabe virou um personagem que eu não esperava amar tanto.
Comprei o físico para presentear meu pai e acabei comprando o digital pra mim no mesmo dia. A escrita flui muito bem e cada capítulo termina te puxando pro próximo.
Aos 68 anos, já li muita coisa, mas poucos livros me pegaram como este. A jornada do aprendiz me fez lembrar de escolhas que fiz na juventude e de sonhos que deixei pelo caminho sem perceber. É raro um livro de aventura conseguir também mexer com a gente por dentro, sem parecer forçado. Recomendei para meus três filhos.
Simples, envolvente e cheio de significado. Li em quatro dias e já pretendo reler ano que vem.
O que mais gostei foi como a história vai revelando a lição aos poucos, sem sermão. Cada capítulo termina com vontade de saber o que vem a seguir. A relação entre o aprendiz e Xiaodan também deu um tom bonito à trama.
Comprei o livro físico depois que minha filha me indicou. Confesso que não sou de ler romances, mas a história do camponês e da mula Arnakabe me prendeu do início ao fim. A edição autografada ficou linda na estante, e o ensinamento sobre "matar os próprios sonhos" ainda fica ecoando na minha cabeça.
Não parei de ler, sério. Comecei um sábado à tarde e só larguei quando terminei.
A jornada pela China, Índia, Nepal e Tibete é descrita com tanto detalhe que dá vontade de visitar esses lugares. Além da aventura, o livro traz reflexões que fazem a gente repensar decisões importantes da vida.
Aos 72 anos, redescobri o prazer de ler um bom livro de aventura. Simples e profundo ao mesmo tempo.
Comprei sem esperar muita coisa e me surpreendi. Recomendo demais.
Depois de décadas trabalhando e adiando sonhos "para depois", este livro chegou na hora certa. A história do aprendiz me fez encarar de frente algumas verdades que eu vinha evitando há anos. Não é um livro de autoajuda disfarçado — é uma aventura de verdade, com ensinamentos que a gente só percebe depois de fechar o livro.
A escrita é fluida e as descrições dos lugares são tão vivas que parece que a gente está viajando junto com o aprendiz. Terminei em uma semana e já comecei a reler.
Excelente. Veio autografado e chegou antes do prazo.
Sou apaixonado por histórias de viagem e este livro superou minhas expectativas. A mensagem por trás da aventura é o que realmente fica — ainda penso na frase "mate seus sonhos" toda vez que estou prestes a desistir de algo.
Uma caixa misteriosa. Uma promessa. Três palavras capazes de mudar uma vida.
O aprendiz observou a Caixa de Jades enquanto absorvia aquelas palavras.
— Temos uma promessa? — perguntou o mestre.
— Sim, mestre. Temos uma promessa.
O mestre sorriu satisfeito.
— A Caixa de Jades é o símbolo do nosso compromisso. Protege-a como a ti mesmo: não a abras, não a percas, não a vendas e não permitas que a tomem de ti.
O aprendiz se curvou, segurando-a com reverência.
— Farei isso, mestre.
— Define teu objetivo, vive por ele e, se preciso for, morre por ele. E lembra-te: sempre que estiveres perdido, chama por mim. Estarei contigo, onde quer que teus passos te levem.
O vento mudou de direção quando o mestre pronunciou algo que soou como um selo antigo, pesado e misterioso:
— Arnakabe.
Um arrepio percorreu o corpo do aprendiz.
— Arnakabe?
— Mata teus sonhos — repetiu o mestre, com a voz grave.
O aprendiz pôs o chapéu de palha e desceu a trilha iluminada pelo luar. A Caixa de Jades pulsava em suas mãos calejadas. Não era mais medo o que sentia, mas a certeza silenciosa de que sua vida já havia mudado.
"Em breve estarei na Terra do Ouro", pensou.
"E, pela primeira vez, não será apenas um sonho."
Mate Seus Sonhos · Gustavo Lorenzoni
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Os lugares por onde o aprendiz passa, os personagens que ele encontra e os Oito Caminhos Nobres explicados um a um. Sem revelar o final. Em letra grande, para ler no celular, tablet e computador. Também é possível imprimir.

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Levei o livro numa viagem de ônibus e não larguei mais. A ambientação no final do século 19 é muito bem construída, dá pra sentir o clima de cada região.
Devorei em três noites. Recomendo de olhos fechados.
Sou do interior e não tenho muito costume de ler romance, mas esse aqui me pegou de um jeito diferente. A história da caixa de madeira e da promessa do aprendiz ficou na minha cabeça por dias. Deu vontade de reler assim que terminei, coisa que nunca me aconteceu antes com nenhum livro.
O que achei mais interessante foi como cada cultura visitada traz um ensinamento diferente. Dá pra sentir que o autor pesquisou bastante antes de escrever.
Aos 74 anos, poucas coisas ainda me surpreendem, mas esse livro conseguiu. A jornada do aprendiz, as dificuldades que ele enfrenta e a relação com a mula Arnakabe formam uma história emocionante do início ao fim. Já comprei outro exemplar para dar de presente.
Muito bom! Não esperava me emocionar tanto com uma história de aventura.
Comprei pensando em presentear meu neto, mas acabei lendo primeiro. Uma história bonita, com lições que valem para qualquer idade.
A narrativa flui muito bem, sem trechos arrastados. Terminei em poucos dias e já recomendei para duas amigas.
Ótima leitura, chegou rápido e bem embalado.
Depois que me aposentei, comecei a ler mais, mas raramente um livro me toca como este tocou. A pergunta que o título levanta — por que matar os próprios sonhos — ficou comigo muito depois de terminar a leitura. É uma daquelas histórias que a gente entende melhor com o tempo.
Não sou muito de ler, mas esse aqui prendeu minha atenção do início ao fim.
Comprei o físico para ler à noite, longe da tela do celular. A edição é bonita e a história é envolvente — recomendo para quem gosta de uma boa aventura com significado.
A jornada pelo Monte Kailash é descrita com tanta riqueza de detalhes que parece que a gente está lá junto com o aprendiz. Um dos melhores livros que li este ano.
Comprei por curiosidade do título e não esperava me conectar tanto com a história. A jornada do aprendiz pela China, Índia, Nepal e Tibete é cheia de momentos emocionantes, e a relação dele com Xiaodan deu um toque especial à trama. Já indiquei para toda a minha família.
Muito bom. Li devagar, saboreando cada capítulo.
Uma leitura leve mas cheia de profundidade. O tipo de livro que a gente termina e já quer recomendar para alguém.
Descubra a resposta ao lado do aprendiz e da mula Arnakabe, da China ao Tibete, conhecendo vilarejos, cidades, países e culturas variadas no final do século XIX. Uma história repleta de aventura, ensinamentos e descobertas.